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الحزب الشيوعي الثوري البرازيلي(PCR)Partido Comunista Revolucionário (PCR)

 O Partido Comunista Revolucionário (PCR) é uma organização política brasileira de esquerda. Seu símbolo é a foice e martelo amarelos com a estrela amarela acima e à esquerda, que simboliza a aliança operário-camponesa, sobre um retângulo vermelho onde está escrito a sigla "PCR". Edita o jornal A Verdade, e internacionalmente, é membro da Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxistas-Leninistas (CIPOML)

Fundação

Foi fundado em maio de 1966, em Recife a partir de uma ruptura do PCdoB. Reivindicando a trajetória política de Josef Stálin o partido surge por considerar que a liderança do PCdoB maoista como inflexível e revisionista. A cisão do PCR com o PCdoB foi marcada pela "Carta de 12 Pontos", um manifesto escrito por Manoel Lisboa, que viria a se tornar um dos principais dirigentes do novo partido.

O PCR, assim como o PCdoB, propunha para o brasil uma revolução armada nos moldes da guerra popular prolongada descrita por Mao Tsé-Tung. Propunham também que a luta armada no Brasil teria mais chances de obter sucesso na região nordeste, onde acreditavam serem mais acentuados os antagonismos entre camponeses e latifundiários.

Ao longo da Ditadura militar brasileira (1964–1985), a maior parte dos militantes do PCR foi perseguida e morta. Os seus sobreviventes, então, se uniram ao MR-8, outra organização comunista que permaneceu 30 anos dentro do MDB. A partir de 1995, esses militantes rompem com o MR-8 e com MDB, e o PCR volta a se organizar independentemente, lançando seus candidatos eleitorais pelo PDT e pelo PSOL.

Após o rompimento com o MR-8

Durante os governos de Lula e Dilma, o PCR construiu (junto com PSOL, PSTU, Polo Comunista Luiz Carlos Prestes e PCB) uma oposição de esquerda. O partido posicionou-se contra o governo de Temer, que avaliou como ilegítimo. No movimento estudantil, organiza-se por meio de sua ala jovem, a União da Juventude Rebelião (UJR). Este coletivo impulsiona o Movimento Correnteza e o Rebele-se, que compõem a Oposição de Esquerda da União Nacional dos Estudantes e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas respectivamente, junto com coletivos referenciados no PSOL

No movimento sindical, o PCR atua na corrente Movimento Luta de Classes (MLC). O PCR é um dos poucos partidos brasileiros de esquerda radical que optaram por atuar dentro da Central Única dos Trabalhadores, hegemonizada pelo PT. Na luta pelo direito à moradia, o partido atua dentro do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB).

Apesar de fazer oposição ao governo federal, nas eleições presidenciais de 2010, o PCR chamou voto em Dilma Rousseff já no primeiro turno, classificando seu oponente, José Serra, como pertencente à extrema-direita.[16] Quatro anos depois, nas eleições de 2014 o PCR apoiou Luciana Genro (PSOL) no primeiro turno e Dilma Rousseff (PT) no segundo, apesar de manter divergências ideológicas e políticas com ambos partidos.

O PCR mantém uma "relação fraternal" com o partido de esquerda Unidade Popular (UP); a UP conta com o envolvimento de militantes do MLB e também do próprio PCR

O PCR considera tanto o Partido Comunista da União Soviética khruschevista quanto o Partido Comunista da China maoista durante a guerra fria como partidos revisionistas. Isso o aproxima da posição do Partido do Trabalho da Albânia de Enver Hoxha durante a Ruptura sino-albanesa. A linha política do PCR é abertamente influenciada por Hoxha, e o periódico do partido, A Verdade, republicou matérias favoráveis ou de autoria do líder albanês em diversas ocasiões. Por isso e por sua participação na CIPOML, diversas organizações comunistas consideram o partido hoxhaista, ainda que o PCR não se declare oficialmente como ta

الحزب الشيوعي الثوري (PCR) هو منظمة سياسية برازيلية يسارية. رمزها هو المطرقة والمنجل الأصفر مع النجمة الصفراء في الأعلى وإلى اليسار، والتي ترمز إلى تحالف العمال والفلاحين، فوق مستطيل أحمر مكتوب عليه الاختصار "PCR". يقوم بتحرير صحيفة A Verdade، وعلى الصعيد الدولي، فهو عضو في المؤتمر الدولي للأحزاب والمنظمات الماركسية اللينينية (CIPOML).

مؤسسة

تأسست في مايو 1966، في ريسيفي بعد الانفصال عن PCdoB. وبزعمه المسار السياسي لجوزيف ستالين، يبدو أن الحزب يعتبر قيادة الحزب الشيوعي الماوي غير مرنة وتعديلية. تميز الانقسام بين PCR وPCdoB بـ "رسالة الـ 12 نقطة"، وهو بيان كتبه مانويل لشبونة، الذي سيصبح أحد القادة الرئيسيين للحزب الجديد.

اقترح الحزب الشيوعي ، مثل الحزب الشيوعي الصيني، ثورة مسلحة في البرازيل على غرار الحرب الشعبية المطولة التي وصفها ماو تسي تونغ. كما اقترحوا أن الكفاح المسلح في البرازيل سيكون لديه فرصة أكبر للنجاح في المنطقة الشمالية الشرقية، حيث يعتقدون أن العداءات بين الفلاحين وملاك الأراضي كانت أكثر وضوحا.

طوال فترة الديكتاتورية العسكرية البرازيلية (1964-1985)، تعرض معظم مناضلي PCR للاضطهاد والقتل. ثم انضم الناجون منها إلى منظمة MR-8، وهي منظمة شيوعية أخرى ظلت داخل MDB لمدة 30 عامًا. منذ عام 1995 فصاعدًا، انفصل هؤلاء المسلحون عن MR-8 وMDB، وبدأ حزب PCR في تنظيم نفسه بشكل مستقل مرة أخرى، حيث أطلق مرشحيه الانتخابيين من خلال حزب PDT وPSOL.

بعد الانفصال عن MR-8

خلال حكومتي لولا وديلما، بنى الحزب الشيوعي (جنبًا إلى جنب مع حزب العمال الاشتراكي، والحزب الاشتراكي الموحد، وحزب بولو كومونيستا لويز كارلوس بريستيس والحزب الشيوعي البرازيلي) معارضة يسارية. واتخذ الحزب موقفا ضد حكومة تامر، واعتبرها غير شرعية. وفي الحركة الطلابية، يتم تنظيمها من خلال جناح الشباب، União da Juventude Rebelião (UJR). تقود هذه المجموعة حركتي Movimento Correnteza وRebele-se، اللتين تشكلان المعارضة اليسارية للاتحاد الوطني للطلاب والاتحاد البرازيلي لطلاب المدارس الثانوية على التوالي، جنبًا إلى جنب مع المجموعات المشار إليها في PSOL

في الحركة النقابية، يعمل الحزب الشيوعي الثوري ضمن حركة النضال الطبقي (MLC). إن حزب الشيوعي البوليفاري هو أحد أحزاب اليسار الراديكالي البرازيلية القليلة التي اختارت العمل داخل Central Única dos Trabalhadores، الذي يهيمن عليه حزب العمال. وفي النضال من أجل الحق في السكن، يعمل الحزب ضمن حركة النضال في الأحياء والقرى والأحياء الفقيرة (MLB).

على الرغم من معارضته للحكومة الفيدرالية، في الانتخابات الرئاسية عام 2010، دعا حزب الشيوعي البوليفاري إلى التصويت لصالح ديلما روسيف في الجولة الأولى، وصنف منافسها، خوسيه سيرا، على أنه ينتمي إلى اليمين المتطرف. وبعد أربع سنوات، في انتخابات عام 2014، دعم حزب الشيوعي البوليفاري لوسيانا جينرو (حزب PSOL) في الجولة الأولى وديلما روسيف (حزب العمال) في الجولة الثانية، على الرغم من الحفاظ على الخلافات الأيديولوجية والسياسية مع كلا الحزبين.

ويحافظ حزب PCR على "علاقة أخوية" مع حزب الوحدة الشعبية اليساري؛ يعتمد UP على مشاركة نشطاء من MLB وأيضًا من PCR نفسه

يعتبر الحزب الشيوعي  كلاً من حزب خروشوف الشيوعي للاتحاد السوفييتي والحزب الشيوعي الماوي الصيني خلال الحرب الباردة حزبين تحريفيين. وهذا يجعله أقرب إلى موقف حزب العمل الألباني الذي يتزعمه أنور خوجا أثناء الانقسام الصيني الألباني. يتأثر الخط السياسي للحزب الشيوعي الألباني بشكل علني بخوجة، وأعادت مجلة الحزب الدورية "الحقيقة" نشر مقالات مؤيدة للزعيم الألباني أو كتبها في عدة مناسبات. لهذا السبب ولمشاركته في CIPOML، تعتبر العديد من المنظمات الشيوعية الحزب هوكسهايست، على الرغم من أن حزب  الشيوعي لم يعلن عن نفسه رسميًا على هذا النحو.


Breve Histórico do PCR

Fundado em maio de 1966, em Recife, o Partido Comunista Revolucionário (PCR) foi organizado por um grupo de militantes egressos do PCdoB, descontentes com os rumos que este tomava. Desde o primeiro momento, o PCR enfrentou uma encarniçada luta contra os desvios do leninismo no movimento comunista internacional: de um lado, o revisionismo soviético, do outro, o misto de esquerdismo e conciliação do Partido Comunista Chinês.

Coube ao PCR, portanto, a tarefa de proclamar independência financeira e política a essas duas orientações antileninistas e, assim, “separar no Brasil, de modo irreversível, os comunistas revolucionários dos revisionistas e oportunistas”. (Estatutos do PCR)

O núcleo inicial da formação do PCR foi constituído pelo já experiente líder camponês Amaro Luiz de Carvalho e pelos jovens Manoel Lisboa de Moura, Selma Bandeira, Valmir Costa e Ricardo Zarattini. Ainda em 1966, o Partido lança seu primeiro documento de formulação programática, a Carta de 12 Pontos aos Comunistas Revolucionários, onde defende a classe operária como vanguarda da revolução socialista brasileira e a ditadura do proletariado.

Luta armada e luta de massas

O PCR se implanta, sobretudo, nas capitais e na zona canavieira dos estados de Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. Passa um período de cerca de sete anos com forte atuação na luta de resistência armada à ditadura militar, promovendo diversas ações de massas como panfletagens nas portas de fábricas e greves e passeatas estudantis, além de ações clandestinas como assaltos a quartéis e incêndios de canaviais.

Com o recrudescimento do regime ditatorial a partir de 1968, diversas organizações revolucionárias que lutavam pela retomada da democracia e pelo socialismo sofrem uma brutal e crescente perseguição. O PCR resiste bravamente, mas também é atingido por duros golpes consecutivos e se desarticula parcialmente.

No dia 22 de agosto de 1971, Amaro Luiz de Carvalho é executado, dois meses antes de quando sairia da Casa de Detenção do Recife, onde cumpria pena. Entre os anos de 1971 e 1972, outro líder camponês do PCR é assassinado: Amaro Félix Pereira. E em agosto/setembro de 1973, as forças policiais capturam, torturam e matam três outros destacados dirigentes do Partido: Manoel Lisboa de Moura, Emmanuel Bezerra dos Santos e Manoel Aleixo.

De fato, a perda imensurável da vida desses camaradas representou um grande baque na estrutura orgânica do Partido, em sua experiência de luta contra a ditadura, enfim, em sua direção política, cristalizada, principalmente, na figura do camarada Manoel Lisboa, incansável no trabalho de assistência aos coletivos do Partido, de salvaguarda dos princípios ideológicos, de formulação das tarefas e preparação das ações.

Mesmo assim, durante toda a década de 1970, o PCR atua decisivamente no movimento estudantil universitário, dirigindo, em Pernambuco, os Diretórios Centrais das principais universidades, além da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP). O PCR também cumpriu um destacado papel na reconstrução de outros DCEs no Nordeste e na mobilização para a reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), que se concretizou em 1979, chegando à vice-presidência da entidade, em 1981, representado pelo camarada Luiz Falcão, hoje editor do jornal A Verdade.

Outro momento especial deste período foi a prisão de Edival Nunes Cajá, dirigente do PCR e líder estudantil da Universidade Federal de Pernambuco. Cajá foi sequestrado e preso na cidade do Recife, em 12 de maio de 1978, e, três dias depois, mais de 12 mil estudantes da UFPE realizaram uma greve pelo fim das torturas e por sua libertação. Houve ainda ações de solidariedade por todo o Brasil e no exterior, além do decisivo engajamento dos setores da Igreja Católica alinhados a Dom Hélder Câmara.

Ao fim da primeira semana, foram suspensas as torturas físicas, mas Cajá ainda permaneceu preso até o dia 01 de novembro. Já no dia 21 do mesmo mês, voltou a ser preso por conceder entrevistas denunciando as torturas que sofreu, e só voltou a ser solto no dia 01 de junho do ano seguinte. Cajá é hoje presidente do Centro Cultural Manoel Lisboa, de Pernambuco.

Unificação dos comunistas e refundação do PCR

Em julho de 1981, os militantes do PCR, com a finalidade de melhor se articular nacionalmente para realizar sua agitação política e um trabalho de massas mais amplo, visando a unidade das forças comunistas brasileiras, decidem pela fusão do Partido com o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8). Contudo, essa nova organização agora surgida não conseguiu dar conta de suas tarefas e pouco a pouco foi se afastando dos princípios revolucionários, da forma leninista de Partido e conciliando com os interesses de uma suposta burguesia nacional anti-imperialista. Assim, em fevereiro de 1995, após muita luta política interna, o núcleo original do PCR rompe definitivamente com o MR-8 e dá início à refundação do Partido Comunista Revolucionário.

Junto com a refundação do PCR, é constituída, pela primeira vez na história do Partido, uma organização própria para a juventude: a União da Juventude Rebelião (UJR).

Em 1998, o Partido realiza seu II Congresso, que marca uma formulação mais madura e precisa do desenvolvimento do capitalismo, da luta de classes no Brasil e no mundo e das tarefas do Partido frente a essa conjuntura. Em dezembro deste mesmo ano, aparece a primeira edição de A Verdade, órgão de imprensa do PCR, responsável maior pelo crescimento do trabalho de agitação, propaganda e organização do Partido.

A partir de então, o Partido se uniformiza e retoma seu crescimento em nível nacional. Em agosto de 2003, realiza seu III Congresso, o qual reafirma a linha revolucionária do II Congresso e promove uma profunda reformulação de seus estatutos.

A partir de 2004, o PCR passa a representar o Brasil na Conferência Internacional de Partidos e Organizações Marxistas-Leninistas (CIPOML), que é um organismo internacional de combate da classe operária e um embrião para a reconstrução da Internacional Comunista.

Partido Comunista Revolucionário é fruto da tradição política nascida na Europa em meados do século XIX, em particular após a publicação do Manifesto do Partido Comunista, em 1848, e presente no Brasil desde a década de 1920: a tradição dos Partidos Comunistas.

Portanto, nossas raízes históricas não datam de ontem, nem da década passada, e nossa trajetória se constitui na reafirmação de uma linha revolucionária, capaz de levar a classe operária e as massas populares do Brasil a realizar uma revolução que derrube o poder da burguesia e construa as bases para a sociedade socialista.

عن موقع الحزب

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